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Que curso vou fazer? Que profissão escolher?
 

Eu quero ser médico, enfermeiro ou veterinário? Posso cursar Arquitetura, Direito ou uma das licenciaturas, para ser professor? E se eu decidir pela Comunicação Social, vou de Jornalismo, Publicidade e Propaganda ou Relações Públicas? Complicado, né? Escolher uma profissão é difícil e não pode ser decidido da noite para o dia. Pior ainda quando o aluno precisa levar em conta estabilidade, vantagens financeiras e prestígio.
Quem deixou para se inscrever no vestibular na última hora, esperando uma "luz", deve se apressar. Faltam só dois dias para o fim das inscrições na Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) e na Faculdade de Direito (Fadisma).
Para ajudar quem continua indeciso, o Diário conversou com orientadoras educacionais e psicólogas que trabalham com orientação profissional (veja quadro maior). As profissionais dizem que escolher o futuro profissional exige tempo e não é possível dar uma orientação adequada em poucos encontros.
Mesmo assim, há uma boa notícia para quem quer ajuda e não tem mais tempo a perder. As orientadoras educacionais Maria Barbiero Venite e Maria Eni Saibt criaram o programa de afinidade profissional Parada 16.
Mostrado durante a última Feira das Profissões da UFSM, o programa de computador traz, em seqüência aleatória, 128 perguntas voltadas a oito áreas do conhecimento.
Em cerca de cinco minutos, o aluno responde às perguntas e vê se tem ou não interesse em cada uma das situações práticas que aparecem na tela.
Bastam alguns cliques e pronto. Um relatório aponta quais são as duas áreas que o estudante tem mais afinidade.
O resultado aparece na tela do computador e pode ser impresso para levar para casa. Ele mostra também uma relação de cursos que fazem parte das duas áreas preferidas e indica algumas universidades do Estado onde existem estas faculdades.
Teste é só a primeira parte da orientação
Durante a Feira das Profissões, 1.566 visitantes fizeram o teste de graça. Eles tinham cerca de 17 anos. As Ciências Sociais e Humanas e da Saúde lideraram as escolhas com 18% e 13,5% da preferência, respectivamente.
As orientadoras educacionais explicam que o Parada 16 é só o primeiro passo para a escolha. Uma orientação profissional exige um exercício bem mais completo.
- O programa sinaliza as duas áreas de maior afinidade. Depois, vamos para os testes e discussões em grupos de interesses - explica Maria Venite.
- Queremos usar o programa como uma ferramenta a mais de trabalho. Nosso objetivo é que os alunos façam as escolhas certas para ter sucesso no curso e na profissão - completa Maria Eni.
Quem quiser saber mais sobre o Parada 16 pode entrar em contato com a Ello Assessoria de Recursos Humanos (veja quadro à esquerda).
Os serviços de orientação profissional são cobrados. Mas a maioria das empresas não divulgou os valores.

 
 

 

 
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